Fonte do Tambiá

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31mar2011_tambia_2aO Programa de Capacitação Continuada em Gestão de Restauro, atividade do Curso Gestão de Restauro está atuante nos trabalhos de elaboração do projeto executivo de Restauração Arquitetônica e Funcional da Fonte do Tambiá, mais conhecida como Bica do Tambiá, localizada no Parque Arruda Câmara, na cidade de João Pessoa, estado da Paraíba.

O projeto está sendo desenvolvido por alunos estagiários-bolsistas do Curso de Gestão de Retauro sob a supervisão do Prof. Jorge E. L. Tinoco e coordenação da aluna, arquiteta, Thalita Roxanna dos Santos Oliveira. Participam dos trabalhos os alunos estagiários-bolsistas de arquitetura:  André Nunes, Mayara Tabosa e Carolly Barbosa da Universidade Federal da Paraíba - UFPB. Também, integram a equipe do projeto: a  arquiteta e arqueóloga Profa. Tereza Simis Borsoi, o engenheiro especialista em estruturas Prof. Carlos Wellignton e o químico Prof. Antônio Alves Júnior. Esse projeto vem atender as demandas do IPHAN-PB junto à empresa Alphaville Paraíba, e está submetido à fiscalizaçao da arquiteta Ana Luiza Schuster da Costa.

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Fonte do Tambiá sendo visitada por alunos da Rede Pública

de Ensino. Autor: A. Schuster, mar. 2001.

Equipe do projeto de restauração da Fonte, 2017.

A  Fonte do Tambiá foi construída em pedra calcária em 2 de março de 1782, para canalizar as águas à serviço da população, de acordo com os registros históricos. É um bem cultural carinhosamente estimado pelos moradores da Cidade. Entretanto, desde novembro de 2011 encontra-se em estado de conservação crítico, devido ao desabamento de parte das suas pedras de cantaria. No momento a Fonte está interditada.

A origem da Fonte do Tambiá está associada a uma lenda indígena que fala do embate entre duas tribos rivais: os Cariris e os Tabajaras. Conta a lenda que o índio Tambiá, da tribo Cariri, foi ferido durante o combate e feito prisioneiro. Seguindo as tradições da tribo Tabajara, a filha do cacique, Aipré, foi ofertada com “esposa da morte” do guerreiro amortecido. Aipré, no entanto, se apaixonou por Tambiá e, após ocorrido o seu falecimento, chorou durante cinquenta luas. Suas lágrimas formaram um olho d’agua mineral e o local foi nomeado como Fonte do Tambiá que deu origem posteriormente ao bairro do Tambiá.

A Fonte do Tambiá foi tombada pelo IPHAN em 26 de setembro de 1941, inscrição nº 176 do Livro do Tombo Histórico. De acordo com o artigo 2 da portaria Nº 420, de 22 de dezembro de 2010, que se refere à autorização para intervenção em bens tombados de interesse cultural e seus respectivos entornos fica definido que:

A história e preservação de bens de importância cultural envolve diagnósticos e pesquisas precisas, abragendo conhecimento técnico multidisciplinar e a reunião sistemática de informações, visando encontrar o cenário mais adequado de intervenção no local.


Referências

NÓBREGA, Humberto. Dois tempos de uma cidade. João Pessoa:Ed. Universitária/UFPB,1966.30p.
IPHAN. Instituto do Patrimônio Artístico e Histórico Nacional. Portaria nº 420, de 22 de dezembro de 2010. Disponível em: . Acesso em 28 de julho de 2017

 

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