40th years Amsterdam Manifest

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capa_40th_years1O CECI lança o e-book FORTY YEARS AFTER THE MANIFEST OF AMSTERDAM: Reflections on the past, present and future of Integrated Conservation. Este livro é o resultado do call for papers internacional, em agosto de 2015, para elaboração de um e-book sobre os 40 anos do Manifesto de Amsterdam. Este é o resultado de uma associação com a School of Education - Murdoch University (Perth, Australia), a School of Architecture – University of Texas (Austin, Texas) e com o Mestrado de Desenvolvimento Urbano da Universidade Federal de Pernambuco – MDU/UFPE (Brasil).

 

O ano de 1975 foi considerado o Ano Europeu do Património Arquitetônico. Os delegados de todos os Estados membros europeus realizaram consideráveis ​​esforços para adotar as medidas legislativas, administrativas, financeiras e educacionais necessárias para implementar uma política voltada para a proteção do patrimônio arquitetônico com base em princípios de conservação integrados.

Em Amsterdã (Países Baixos), de 21 a 25 de outubro de 1975, no mesmo ano, instituições privadas e públicas, políticos e especialistas europeus reuniram-se para discutir orientações e ações a serem tomadas para promover uma política comum de proteção do patrimônio cultural em novos paradigmas. Essas iniciativas seguiram a Recomendação da Conferência Europeia de Ministros responsáveis ​​pela preservação e reabilitação do patrimônio cultural dos monumentos e sítios de Bruxelas em 1969 e da Recomendação 589 (1970) da Assembléia Consultiva do Conselho da Europa que pede uma carta relativa ao patrimônio arquitetônico.

As contribuições nesse ano foram promulgadas em dois documentos - Carta Europeia do Patrimônio Arquitetônico e do Manifesto de Amsterdã, onde foram enfatizadas considerações básicas para proteger o patrimônio cultural, ameaçadas pela ignorância, obsolescência, deterioração de todo tipo e negligência. Os documentos afirmam que o planejamento urbano pode ser destrutivo quando as autoridades cedem prontamente às pressões econômicas e às demandas de especulação de terras e propriedades, tráfego motorizado e outras tecnologias contemporâneas mal aplicadas, incluindo também a restauração mal avaliada.

Ambos os documentos refletiram os esforços dos países europeus para promover a cooperação mútua entre o setor público, os políticos e os governos, visando aumentar a conscientização sobre os valores culturais, sociais e econômicos dos monumentos, locais históricos e ambientes culturais e urbanos tradicionais. Os documentos também introduziram o conceito de conservação integrada como um procedimento essencial para o planejamento urbano, com foco na participação de todas as partes interessadas relevantes na preservação do patrimônio construído - nos âmbitos jurídico, administrativo, financeiro e técnico - como a cooperação ativa dos cidadãos.

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